Banner Página Inicial

Divulgação

  • Divulgação2
  • Divulgação3
  • Divulgação

‘Quando me falam em escola neutra, eu fico arrepiado, porque ela é mais ideológica do que a outra’

Escrito por master.

Licínio1Luís Eduardo Gomes
http://www.sul21.com.br/

Na última terça-feira (11), o professor português Licínio Lima, catedrático da Universidade de Minho, em Portugal, ministrou a aula inaugural do curso de formação continuada “Gestão democrática: da avaliação ao planejamento participativo nas escolas estaduais do Rio Grande do Sul”, oferecido em parceria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) para diretores de 2,5 mil escolas estaduais e representantes das 30 Coordenadorias Regionais de Educação (CRE). O tema da conferência do professor Licínio: “Por que é tão difícil democratizar a escola?”.

Em uma conversa de cerca de 40 minutos com o Sul21, após o encerramento de sua aula, o professor tentou responder a pergunta acima, argumentando que é muito difícil para governos, a partir de projetos políticos, modificarem o modelo atual de escola, desenvolvido em razão da revolução industrial e ainda muito voltado para a produção fabril, mas já enraizado na sociedade. De outro lado, pondera que, sem que os governos abram mão de controlar o processo, sem a democratização das escolas, sem a participação das comunidades – professores, pais e alunos -, é impossível construir uma nova escola adaptada aos tempos atuais, que seja mais interessante aos alunos e menos controladora e hierarquizada que a de hoje.

Estados Unidos e Unilateralismo - em nome da lei americana…

Escrito por master.

ImperiumCompanhias europeias tiveram de pagar aos Estados Unidos mais de US$ 40 bilhões nas últimas décadas. A justiça norte-americana as acusa de não respeitar sanções determinadas por Washington (e não pelas Nações Unidas) contra determinados Estados. O direito torna-se então uma arma para absorver ou eliminar concorrentes

por: Jean-Michel Quatrepoint
www.diplomatique.org.br/
Crédito da Imagem: Tulipa Ruiz

“Estamos diante de um painel de legislações norte-americanas extremamente complexo, com uma intenção precisa, que é utilizar o direito para fins de imperium econômico e político para obter vantagens econômicas e estratégicas.” Em 5 de outubro de 2016, o deputado republicano Pierre Lellouche não mediu palavras diante das comissões de Relações Exteriores e das Finanças da Assembleia Nacional, em Paris. Ele apresentou ali o relatório da missão de informação sobre a extraterritorialidade do direito norte-americano.1, cuja leitura “dá frio na espinha”, segundo os termos do deputado socialista Christophe Premat.

Bem-vindo à escola do século 19

Escrito por master.

Escola do futuroO mundo precisa, cada vez mais, de gente criativa, crítica, colaboradora. Mas o sistema de ensino continua a estimular a repetição, a disputa, a hierarquia. Por que? Quais as saídas?

Por George Monbiot | Tradução: Inês Castilho
http://outraspalavras.net/

No futuro, se você quiser um emprego deve diferenciar-se o mais possível de uma máquina: ser criativo, crítico e capaz de bons relacionamentos sociais. Por que razão, então, as crianças estão sendo ensinadas a comportar-se como máquinas?

As crianças aprendem melhor quando o ensino alinha-se à sua exuberância, energia e curiosidade naturais. Então, por que elas estão sendo alinhadas em filas e obrigadas a sentar-se quietas, enquanto são entupidas de fatos?

“Se fosse brasileiro, estaria indignado com a situação da educação”

Escrito por master.

NóvoaAntónio Nóvoa, reitor honorário da Universidade de Lisboa, comenta a reforma curricular do Ensino Médio brasileiro e aponta novos modelos de formação docente

THAIS PAIVA
http://www.cartaeducacao.com.br/

Muito discurso e pouco compromisso concreto com a melhoria da educação pública. É com essa crítica que o português António Nóvoa, reitor honorário da Universidade de Lisboa e candidato às últimas eleições presidenciais de Portugal, resume sua visão sobre o cenário educacional no Brasil.

Professor convidado em Colúmbia (Estados Unidos), Oxford (Inglaterra) e Paris 5 (França), Nóvoa é hoje uma das principais vozes na área pedagógica e tornou-se uma referência em formação docente ao propor modelos inovadores como uma espécie de residência médica para os professores.

A histórica cultura do descaso com a educação no Brasil

Escrito por master.

Sala de aulaRodrigo Zoccal Rosa / defensor público
http://justificando.cartacapital.com.br/

O descaso e a despreocupação com a educação no Brasil são partes integrantes de nossa história.

A partir da colonização, e mais tarde com a vinda da família real para o Brasil em 1808, o país passou a ter a documentação escrita de “parte” de sua história cultural, social e econômica e analisando a dita “nova” sociedade brasileira, pós-descobrimento, foi possível comprovar, com mais nitidez, a despreocupação histórica pela educação escolar.

Inicialmente, foi a catequização indígena a forma mais imediata de “processo educacional” no Brasil colônia. Não considerados seres humanos, e, portanto, não detentores de almas para serem salvas, foram, num primeiro momento dizimados em grande escala.