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Aulas invertidas são muito mais eficientes e inclusivas

Escrito por master.

Aulapor Marcos de Aguiar Villas-Bôas
https://www.cartacapital.com.br/

Modelo empregado em Harvard, British Columbia e outras universidades de ponta há alguns anos é muito mais eficiente e inclusivo do que o tradicional

O modelo tradicional de ensino, hoje tão criticado não somente no Brasil, está calcado num método simultâneo (alunos enfileirados em classe), que, como visto em texto anterior, poderia ser, de forma inteligente, agregado a outros métodos, como o mútuo (alunos de destaque ajudam demais alunos) e o individual (professor atende um aluno por vez).

Boaventura: a esquerda sem imaginação

Escrito por master.

BoaventuraPor não ousar novas formas de Democracia, Estado e Economia; e por não enfrentar articuladamente as três faces da dominação, ela tem sido incapaz de deter a ofensiva brutal do sistema

Por Boaventura de Sousa Santos | Imagem: Edward Hooper, Pessoas ao sol (1963)
http://outraspalavras.net/

A dominação social, política e cultural é sempre o resultado de uma distribuição desigual do poder, nos termos da qual quem não tem poder ou tem menos poder vê as suas expectativas de vida limitadas ou destruídas por quem tem mais poder. Tal limitação ou destruição manifesta-se de várias formas, da discriminação à exclusão, da marginalização à liquidação física, psíquica ou cultural, da demonização à invisibilização. Todas esta formas podem-se reduzir a uma só – opressão. Quanto mais desigual é a distribuição do poder, maior é a opressão.

O projecto militar dos Estados Unidos pelo mundo

Escrito por master.

PentágonoO projecto militar dos Estados Unidos pelo mundo

http://port.pravda.ru/

Enquanto todos os peritos concordam em considerar que os acontecimentos na Venezuela seguem o mesmo modelo que os da Síria, alguns contestaram o artigo de Thierry Meyssan sublinhando o ponto da sua interpretação de divergências atribuída aos Presidentes Maduro e Assad. O nosso autor responde-lhes. Não se trata aqui de uma querela de especialistas, mas, sim de um debate de fundo sobre a viragem histórica a que assistimos depois do 11-de-Setembro de 2001 e que condiciona a vida particular de todos. 

Eletrobrás: Crime da privatização

Escrito por master.

EletrobrásFoi golpe ou não foi golpe? Até os dias de hoje ainda há gente que resiste a aceitar a evidência dos fatos

Paulo Kliass*
http://www.cartamaior.com.br/

Foi golpe ou não foi golpe? Até os dias de hoje ainda há gente que resiste a aceitar a evidência dos fatos. A estratégia para aprovar o impedimento da Presidenta Dilma carregava consigo o atalho político-jurídico para colocar em prática o sonho dourado da turma do financismo. Depois de sucessivas derrotas nas eleições presidenciais de 2002, 2006, 2010 e 2014, finalmente as elites enxergaram uma janela de oportunidade para voltar ao poder sem a necessidade de voto popular.

Somos todos Espártaco

Escrito por master.

SpartacosEspártaco, no filme de Stanley Kubrik. Um dos objetivos centrais dos neoliberais, no debate de ideias atual, é dizer que a globalização precisa ser defendida — pois seria atacada tanto pela esquerda, quanto pela esquerda, quanto da direita…

Um livro recente revela: globalização tornou a riqueza e o poder tão concentrados como nos tempos de Roma antiga. Mas há gente — inclusive entre a esquerda — empenhada em dizer que o problema são os “populismos”

Por Nuno Ramos de Almeida

http://outraspalavras.net/

No ano 73 antes do nascimento de Cristo, e 106 anos antes da sua crucificação, o gladiador Espártaco liderou uma revolta de escravos que fez tremer Roma. Quase um terço da população da bota italiana era constituída por escravos. A insurreição aguentou dois anos e foi afogada num banho de sangue pelas tropas dirigidas pelo cônsul romano Marco Licínio Crasso. Foram crucificados seis mil escravos para servirem de exemplo de que qualquer veleidade de liberdade seria esmagada com sangue.