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Professora da rede pública é afastada ao abordar Marx em sala de aula

Escrito por master.

MarxCaso fomenta o debate sobre o projeto “Escola sem partido”, discutido nacionalmente no Legislativo

Camilla Hoshino - Curitiba (PR),

https://www.brasildefato.com.br/

Em menos de 24 horas, um vídeo publicado nas redes sociais por uma professora de sociologia da rede pública do Paraná obteve mais de 150 mil visualizações e virou alvo de ataques por blogs e sites da direita. Na gravação, alunos do primeiro ano do ensino médio, do Colégio Estadual Profª Maria Gai Grendel, do bairro Caximba, na região sul de Curitiba, cantam uma paródia com o funk “baile de favela”. O protagonista da nova letra, no entanto, é um teórico que tem causado polêmicas no Legislativo nacional, estadual e municipal: Karl Marx.

Em defesa da liberdade de expressão em sala de aula

Escrito por master.

QuadroA escola democrática encontra-se sob múltiplos ataques. Um dos mais graves é o Programa Escola Sem Partido.

Fernando de Araújo Penna // http://cartamaior.com.br/

Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (Constituição Federal de 1988)

Carta aberta à deputada distrital Sandra Faraj

Escrito por master.

ElaSenhora deputada, 

Os motivos de escrever-lhe esta carta são dois.

  O primeiro se justifica pelo fato de tê-la como representante do povo, em nossa Casa Legislativa. Não por ter tido, entre seus eleitores, o meu voto, esse jamais o daria à senhora, mas pela simples tolerância democrática que devo ter com quem foi escolhida para legislar em nome de todos da nossa cidade por quatro duros anos.

 O segundo motivo é a respeito do Ofício nº 008/2016-GAB18, de 21 de junho último, dirigido ao Diretor do Centro Educacional nº 6 de Ceilândia. Este é um motivo especial, dado o teor do documento, que trata de pedido de esclarecimento sobre algo absolutamente relevante para a sociedade e para uma legisladora. No caso, a senhora.

Reprovação Escolar: consenso pelo fracasso

Escrito por master.

Nonato Menezes

ReprovaçãoO fracasso do nosso Ensino Básico chega a ser acintoso. Como é acintosa, em suas iniquidades, a própria sociedade brasileira. Difícil, porém, querer negar certo determinismo histórico como uma das causas irremediáveis das nossas mazelas educacionais. A despeito disso, é inquietante convivermos com a falta de vontade, de ausência de desejos e esforços mínimos necessários dos que governam as coisas do País para supera-las, pelo menos no nível de outras nações pobres ou mais pobres que a nossa foram capazes de fazer.

Caráter político do estudo da história do Brasil

Escrito por autor.

História do BrasilIraci del Nero da Costa * / / http://port.pravda.ru/

No período colonial o que movia as camadas dominantes estabelecidas no Brasil era, como sabido, a produção em larga escala de mercadorias destinadas ao comércio internacional.

Com respeito à mão de obra, por inexistência de alternativa economicamente aceitável e politicamente viável, impôs-se o escravismo ao qual aliaram-se, dada a larga oferta de fatores, a ação predatória, e, à falta de um acicate de ordem econômica que as incentivasse, a ausência de inovações técnicas.

A desvalorização do trabalhador direto (escravos, artesãos e trabalhadores livres) e do próprio trabalho enquanto categoria socioeconômica viu-se fortemente condicionada pelo emprego da força de trabalho cativa, social e economicamente depreciada, e pelo fato de a burguesia brasileira ter-se formado sem um contato imediato com a produção e por não depender, do ponto de vista econômico, da demanda gerada pela massa de trabalhadores, pois, como avançado, a parcela da produção que cabia à elite dominante destinava-se, sobretudo, ao grande mercado mundial consumidor de bens tropicais.