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OS TERCEIRIZADOS NÃO ESTÃO NO PARAÍSO

Escrito por nonato.

Nonato Menezes - Há muitos escritos sobre a terceirização de mão-de-obra. Mas fora dos que se beneficiam da produção dos explorados, nenhum comentário elogioso é possível ser encontrado. Para o terceirizado tudo é tão indigno que pendurar sua existência nesse tipo de relação de trabalho só é possível mesmo impondo a ele um silêncio polido e obediência em tudo. Do salário às relações interpessoais, tudo segue a linha da exploração mais violenta. Nada escapa às regras de comportamento do senhor atualizado com o seu escravo moderno. 

Reprovar na Escola é Aceitar o Fracasso Social

Escrito por Super User.

ReprovaçãoNonato Menezes - Não é sempre que a grandeza das coisas nos impressiona. Das vezes que nossa atenção se volta para o que é grande, seja no mundo natural, seja nos nossos feitos, apenas damos a importância devida quando ficamos sob risco. Se o risco não parece iminente no tempo e no espaço, sobressai a rotina que nos cega, que nos acomoda.

            Dos efeitos mensuráveis, reprovar na escola brasileira é de uma grandeza extraordinária. É assim nas perdas econômicas e, também, no número de pessoas prejudicadas pela reprovação. Mas isso não tem importância. Não vale os textos que se escreve, tampouco o tempo destinado à discussão a respeito de tal objeto. É grande, mas não se destina qualquer atenção a ele.

A Reprovação e um Enraizamento da Escola

Escrito por Super User.

CasaEdivaldo Monte1 - A idade avançada permitia-lhe celebrar conquistas. Os filhos criados, os principais projetos realizados. Ria agora das dificuldades vencidas, brincava com os netos e chorava quando suas férias acabavam. Gostava de receber a família para uma tradicional reunião. Regozijava-se com o respeito que tinha de todos. Era por assim dizer, uma espécie de patriarca, um conselheiro habilidoso, reverenciado pela experiência em administrar conflitos domésticos.

Sobre a conciliação entre os Tribunais e a Democracia

Escrito por Super User.

InjustiçaEdivaldo Monte dos Santos

Meus caros, estamos diante de um dos mais difíceis dilemas da história, a conciliação entre a Democracia e os Tribunais.

Desde a antiguidade é de supor que a justiça das Assembleias coloca-se na posição de evitar seu desgaste popular atendendo aos interesses da aristocracia que possui o poder de mando sobre as Instituições e o controle sobre a opinião, acerca do que é conveniente ser dito, como também o poder de decisão sobre o que é aceito como prática política, não em prejuízo ao povo, mas acerca do que ameaça seus interesses.