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Os economistas do sistema também tremem

Escrito por master.

EleutérioNum curioso artigo, dois deles admitem — oh! — que o domínio do capital financeiro provoca instabilidades e crises. Mas logo propõem uma “saída”. Mudanças? Nunca: que as sociedades salvem os bancos!

Por Eleutério F.S. Prado
http://outraspalavras.net/

Dois macroeconomistas consagrados na academia norte-americana, Olivier Blanchard e Lawrence Summers[1], juntaram-se para escrever uma proposta de reformulação das práticas de política e de regulação econômica e, talvez (isto não está claro), de mudança da macroeconomia atualmente ensinada nos cursos ditos mainstream de Economics.[2] Eis o seu título algo inesperado para os acólitos: Repensando a política de estabilização. De volta para o futuro. Ao lê-la honestamente, um economista sério, mas não competente de acordo com os padrões vigentes, não pode deixar de pensar que a macroeconomia neoclássica está completamente aturdida, inteiramente atarantada. Eis aqui um dos parágrafos que abrem o escrito:

A empatia como experiência estética

Escrito por master.

Empatia1Os limites de nossa capacidade de empatia são também os limites de nossa experiência de linguagem, de nossa forma ótica e mais ainda, de nossa própria condição”, observa, em novo artigo, o psicanalista Christian Dunker, colunista do Página B!

CHRISTIAN DUNKER
http://www.paginab.com.br/

Na recente mostra organizada pelo Museu da Empatia*, em curso no MAM de São Paulo, pessoas são convidadas a vestir sapatos aleatoriamente oferecidos. O visitante é então convidado a andar enquanto escuta histórias dos virtuais donos dos sapatos. A ideia é uma espécie de literalização da expressão “walk with other shoes”, isto é colocar-se nos sapatos do outro, no lugar do outro e assumir seu ponto de vista.

EDUCAÇÃO - Ataque ao sistema de ensino superior público no Brasil: o que está por trás?

Escrito por master.

Ensino Superior

por Eduardo A. C. Nobre
https://diplomatique.org.br/
Imagem por Tulipa Ruiz

O Brasil não se recuperará caso o Sistema de Ensino Superior Público seja desmantelado. Ficaremos reduzidos a uma intelligentsia compradora, eternamente dependente da ciência e tecnologia internacionais e a um sistema de ensino superior comandado por poderosos grupos econômicos internacionais pautados pela lucratividade e passando a apresentar um ensino superior elitista e conteudista

Ao longo de 2017 assistimos perplexos a vários eventos que tiveram em comum o fato de envolverem o Sistema de Ensino Superior Público no Brasil (o qual doravante chamarei de SESP) e que, mascarados por uma forma de institucionalidade e alimentados por uma sanha revanchista e um discurso de austeridade fiscal, têm na verdade um único objetivo, a sua destruição.

Enquanto políticos do alto escalão com provas incontestes de seu envolvimento em atividades criminosas se livram de suas punições, absolvidos pelos seus pares, funcionários públicos com décadas de dedicação ao SESP são submetidos a tratamentos degradantes e humilhantes, com exposição midiática indevida, sob a acusação de obstrução de justiça, sem que existam contra eles as mesmas provas explícitas apresentadas contra políticos e grandes empresários.

O alto preço de negar a luta de classes

Escrito por master.

Luta contra os pobresO crescimento do populismo dos dois lados do Atlântico está sendo investigado sob os ângulos psicanalítico, cultural, antropológico, estético e, (...)

Por Yanis Varoufakis, Project Syndicate
https://www.cartamaior.com.br/

A atmosfera política da anglosfera está tomada pela indignação burguesa. Nos Estados Unidos, o chamado establishment liberal está convencido de ter sido roubado por uma insurgência de "deploráveis" armados por hackers de Vladimir Putin e pelo funcionamento interno sinistro do Facebook. Na Grã-Bretanha, igualmente, uma burguesia furiosa precisa se beliscar para acreditar que o apoio para trocar a União Europeia por um isolamento inglório continua inabalável apesar de um processo que poderia ser descrito como um Brexit de cão.

A História nunca imita a ficção

Escrito por master.

TrumpEsqueça o acaso. Trump ainda governa porque parte das elites norte-americanas quer encobrir, com superioridade militar, a decadência geopolítica e econômica de um império em fim de linha

Por Nuno Ramos de Almeida
http://outraspalavras.net/

Há a ideia de que, muitas vezes, a realidade suplanta a ficção, como se os aspectos mais delirantes dos romances mais fantásticos fossem, por vezes, ultrapassados por momentos de ruptura no normal cinzento dos dias.

Na maior parte das vezes, as páginas de ficção apenas avisam, em cima da hora, para o que pode acontecer. É o caso do livro de Sinclair Lewis It Can’t Happen Here (Não vai acontecer aqui), de 1935, que discute, dois anos depois da ascensão de Hitler ao poder na Alemanha, a possibilidade de um candidato populista e fascista vencer umas eleições nos EUA. A obra foi recentemente considerada uma espécie de antecipação histórica de Donald Trump, sublinhando-se as parecenças entre o Twitter solto do atual inquilino da Casa Branca e o protagonista presidencial do livro, Berzelius Windrip, que na convenção que o elege candidato proclama que os norte-americanos “são a mais grandiosa Raça da face da Terra”, como quem diz, “make America great again”.