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A Trama Contra a “Gestão Democrática” nas Escolas Públicas do Distrito Federal

Escrito por autor.

GDNonato Menezes - Muitos devem pensar que a Gestão Democrática na nossa Escola Pública é obra do desejo ou resultado da inspiração de alguém que por ventura coloque suas pretensões acima da realidade social. É um tipo de pensamento que não percebe as necessidades sociais. E não observa, por exemplo, que dessas necessidades nasceu a Lei nº 4.751, de 2012, que define os critérios para escolha, por voto secreto, dos Gestores das Escolas Públicas do Distrito Federal.

Qualquer Lei, por importante e necessária que seja, não é suficiente para democratizar as relações nas nossas Escolas Públicas. A verticalidade e o autoritarismo que afeiçoam o ambiente escolar não serão superados apenas mediante instrumento jurídico, no entanto não se deve prescindir dele. O que fará mesmo a escola se tornar um ambiente democrático é o debate, o respeito às regras previamente definidas e o envolvimento com a comunidade.

José Dirceu e o erro irreparável de uma geração

Escrito por autor.

Esta semana nos deparamos com a condenação a 23 anos de prisão do septuagenário José Dirceu pelo conhecidíssimo juiz Moro. Esta sentença, somada a expropriação da casa da quase centenária mãe do condenado findou por revelar uma contemporânea forma de imolação medieval capaz de provocar nos raros corações que se mantiveram sensíveis à injustiça a mais completa estupefação.

Dirceu

Victor Mendonça Neiva*

Não adianta argumentar que delação premiada não é prova, que para condenar é necessário algo mais substancioso que suposições, que existem princípios historicamente construídos para assegurar ao cidadão ficar a salvo de surpresas do Estado que possam cercear a sua liberdade. Juristas bem melhores que este que vos fala já o fizeram.

A LEI DA GESTÃO ESCOLAR E O CASUÍSMO DOS DIRETORES

Escrito por nonato.

 Nonato Menezes e Omar dos Santos

Gestão2Em Audiência Pública, promovida pela Câmara Legislativa do Distrito Federal neste último dia 04 de abril, foi retomado em boa hora, mas não com um bom começo, o debate sobre as necessárias alterações da Lei 4.751 de 2012, que trata da “gestão democrática” na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal.

Não deveria ter começado, por exemplo, a partir de iniciativas de um grupo de diretores escolares, cujo apelo foi o de ajeitar a Lei segundo seus próprios interesses. Uma conduta movida por casuísmo, que contraria o que se espera de quem exerce o poder político num ambiente educativo.

E assim voltamos ao complexo de Vira Lata

Escrito por nonato.

Omar dos Santos*

Vira-lataEsse texto tem a pretensão de tornar o atual debate sobre a maior paixão do povo brasileiro, o futebol, mais inteligente e mais participativo. Busca ainda, contribuir com a tarefa, que é de todos, de ajudar o cidadão a adquirir uma posição mais crítica e ativa em relação aos meios de comunicação de massa do Brasil.

Após a conquista da copa do mundo na Suécia pelo Brasil, o grande Nelson Rodrigues escreveu: “A conquista da Taça Jules Rimet por nossa seleção serviu para que o futebol brasileiro perdesse o complexo de vira-lata”. Da inteireza de sua razão, não há o que contestar. Tanto é que depois disso, ganhamos mais quatro copas e nos tornamos referência de futebol e exportadores de craques e treinadores. O mundo inteiro reconhece a importância e a preeminência de nosso futebol.

Indústria e Educação, as Irmãs que não se Encontram

Escrito por nonato.

 Luiz Basílio Rossi *

IndúsIndústriatria despenca 10,9%”, afirma o Correio Braziliense em sua edição de 05 de novembro de 2015 (p. 12, primeiro caderno). A indústria apresentou essa retração na comparação entre o mês de setembro de 2015 e o mesmo mês de 2014. A queda ocorreu em 25 dos 26 setores pesquisados pelo Ibge.

A análise do desempenho da indústria brasileira há mais de seis décadas mostra uma oscilação que se explica pela adoção de políticas diferentes ao longo desses 30 anos. Existem dois momentos: de 1950 até a segunda metade dos anos 1980, acontece um avanço. Dessa última data até hoje, dá-se retração da participação da indústria de transformação no Produto Interno Bruto (PIB) do país (figura 1).