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'Grandes grupos econômicos estão ditando a formação de crianças e jovens brasileiros'

Escrito por master.

ReitorRoberto Leher, novo reitor da UFRJ, aponta os impactos da lógica mercantilizada sobre a educação pública e como grupos financeiros tentam dominá-la.

Luiz Felipe Abulquerque - Brasil de Fato / www.cartarmaior.com.br

Um grande negócio. É assim que o novo reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher, enxerga o novo momento da educação brasileira.
Em entrevista ao Brasil de Fato, o professor titular da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRJ traça um panorama do atual estágio da educação no Brasil, e as conclusões não são nada animadoras.
Para Leher, os recentes processos de fusões entre grandes grupos educacionais, como Kroton e Anhanguera, e a criação de movimentos como o Todos pela Educação representam a síntese deste processo.

Essenciais nas escolas, professores são profissionais de segunda classe

Escrito por master.

Professor 3Baixos salários, longas jornadas e condições de trabalho inadequadas tornam o magistério cada vez menos atrativo; gestores temem colapso em escolas que já padecem da falta desses trabalhadores

por Cida de Oliveira e Sarah Fernandes, da RBA | publicado 27/01/2014

São Paulo – Das 20 metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) que tramita no Congresso Nacional há quatro anos, a que equipara o rendimento dos professores ao de outras categorias com escolaridade equivalente é a que terá maior impacto na melhoria do ensino público brasileiro.

Cronologia das intervenções militares norte-americanas

Escrito por master.

http://port.pravda.ru/

EUA

Século XIX (19)

1846 – 1848 – México – Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas
1890 - Argentina - Tropas americanas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos.
1891 - Chile - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas.
1891 - Haiti - Tropas americanas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA.

1893 - Hawaí - Marinha enviada para suprimir o reinado independente e anexar o Hawaí aos EUA.
1894 - Nicarágua - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês.
1894 - 1895 - China - Marinha, Exército e Fuzileiros desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa.

Quem derrotou o Japão foi Stálin

Escrito por master.

Bombahttp://port.pravda.ru/ Ward Wilson, Foreign Policy

Japão não foi derrotado por uma bomba, nem por duas bombas, nem pelos EUA: Quem derrotou o Japão foi Stálin

Será que 70 anos de política nuclear norte-americana são baseados numa mentira?

O emprego de bombas atômicas pelos EUA contra o Japão na 2ª Guerra Mundial há muito tempo é objeto de discussão apaixonada. De início, alguns questionaram a decisão do presidente Truman, de despejar duas bombas atômicas sobre Hiroxima e Nagasaki. Mas em 1965, o historiador Gar Alperovitz argumentou que, por mais que as bombas tenham apressado o fim da guerra, os líderes japoneses já havia decidido render-se com bomba ou sem, e provavelmente o teriam feito antes da invasão norte-americana planejada para 1º de novembro. A bomba portanto não foi fator decisivo e pode ter sido desnecessária. Obviamente, se as bombas não fossem necessárias para vencer a guerra, não há como 'salvar' a ideia dos ataques atômicos contra Hiroxima e Nagasaki. Nos 48 anos seguintes, muitos outros embarcaram na discussão: alguns ecoando o argumento de Alperovitz e denunciando os bombardeios; outros a repetir apaixonadamente que os bombardeios teriam sido morais e necessários, e "salvaram vidas".

Pisa em seu devido lugar

Escrito por master.

PisaPrograma Internacional de Avaliação de Estudantes é questionado como norteador de políticas públicas

Por Cinthia Rodrigues - http://www.cartanaescola.com.br/

Quando a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) começou a aplicar o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) em 2000, com o intuito de comparar “conhecimentos e habilidades” de jovens de 15 anos em diferentes países, causou breves protestos. No primeiro anúncio, professores e acadêmicos lamentaram que uma instituição formada por economistas se pusesse a dizer o que os alunos deveriam saber, medisse isso com uma única prova e comparasse contextos diferentes. Logo que os resultados saíram, os ânimos se acalmaram. A Finlândia, já mundialmente famosa por seu sistema educacional de alta qualidade, obteve a mais alta nota. Fazia sentido.