Banner Página Inicial

Divulgação

  • Divulgação3
  • RWEP
  • Betterhelp
  • Divulgação2

Carta aberta à deputada distrital Sandra Faraj

Escrito por master.

ElaSenhora deputada, 

Os motivos de escrever-lhe esta carta são dois.

  O primeiro se justifica pelo fato de tê-la como representante do povo, em nossa Casa Legislativa. Não por ter tido, entre seus eleitores, o meu voto, esse jamais o daria à senhora, mas pela simples tolerância democrática que devo ter com quem foi escolhida para legislar em nome de todos da nossa cidade por quatro duros anos.

 O segundo motivo é a respeito do Ofício nº 008/2016-GAB18, de 21 de junho último, dirigido ao Diretor do Centro Educacional nº 6 de Ceilândia. Este é um motivo especial, dado o teor do documento, que trata de pedido de esclarecimento sobre algo absolutamente relevante para a sociedade e para uma legisladora. No caso, a senhora.

Reprovação Escolar: consenso pelo fracasso

Escrito por master.

Nonato Menezes

ReprovaçãoO fracasso do nosso Ensino Básico chega a ser acintoso. Como é acintosa, em suas iniquidades, a própria sociedade brasileira. Difícil, porém, querer negar certo determinismo histórico como uma das causas irremediáveis das nossas mazelas educacionais. A despeito disso, é inquietante convivermos com a falta de vontade, de ausência de desejos e esforços mínimos necessários dos que governam as coisas do País para supera-las, pelo menos no nível de outras nações pobres ou mais pobres que a nossa foram capazes de fazer.

Caráter político do estudo da história do Brasil

Escrito por autor.

História do BrasilIraci del Nero da Costa * / / http://port.pravda.ru/

No período colonial o que movia as camadas dominantes estabelecidas no Brasil era, como sabido, a produção em larga escala de mercadorias destinadas ao comércio internacional.

Com respeito à mão de obra, por inexistência de alternativa economicamente aceitável e politicamente viável, impôs-se o escravismo ao qual aliaram-se, dada a larga oferta de fatores, a ação predatória, e, à falta de um acicate de ordem econômica que as incentivasse, a ausência de inovações técnicas.

A desvalorização do trabalhador direto (escravos, artesãos e trabalhadores livres) e do próprio trabalho enquanto categoria socioeconômica viu-se fortemente condicionada pelo emprego da força de trabalho cativa, social e economicamente depreciada, e pelo fato de a burguesia brasileira ter-se formado sem um contato imediato com a produção e por não depender, do ponto de vista econômico, da demanda gerada pela massa de trabalhadores, pois, como avançado, a parcela da produção que cabia à elite dominante destinava-se, sobretudo, ao grande mercado mundial consumidor de bens tropicais.

Educação básica ruim joga Brasil no grupo dos 'lanternas' em ranking de capital humano

Escrito por autor.

Educação

Thiago Guimarães - @thiaguimada BBC Brasil em Londres /29 junho 2016 http://www.bbc.com/

A má qualidade da educação de base jogou o Brasil para baixo na nova edição do "Relatório Sobre o Capital Humano", estudo do Fórum Econômico Mundial sobre o êxito dos países em preparar sua gente para criar valor econômico.

O Brasil ficou em 83º lugar entre 130 países. Dono da oitava maior economia do mundo, pontuou menos que países da América Latina e Caribe de menor desenvolvimento relativo, como Uruguai (60º), Costa Rica (62º), Bolívia (77º) e Paraguai (82º). Cuba, na 36ª posição, lidera na região.

Calculado desde 2013, o chamado Índice de Capital Humano compara 130 países e uso do potencial de capital humano.

Sintetiza indicadores de ensino, capacitação e emprego disponíveis a cinco grupos etários diferentes (menos de 15 anos a mais de 65 anos), como qualidade de escolas primárias, taxa de desemprego e treinamento no trabalho.

Apenas 4,5% das escolas têm infraestrutura completa prevista em lei, diz estudo

Escrito por autor.

Escola

Entre os itens mais críticos está o laboratório de ciências, presente em apenas 8,6% das escolas de ensino fundamental

Mariana Tokarnia // https://www.brasildefato.com.br/

Agência Brasil , 27 de Junho de 2016

Apenas 4,5% das escolas públicas do país têm todos os itens de infraestrutura previstos em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE), de acordo com levantamento feito pelo movimento Todos pela Educação. As condições de infraestrutura são mais críticas no ensino fundamental, etapa que vai do 1º ao 9º ano: 4,8% das escolas possuem todos os itens. No ensino médio, a porcentagem sobe para 22,6%.

O levantamento foi feito com base no Censo Escolar de 2015 e levou em consideração o acesso a energia elétrica; abastecimento de água tratada; esgotamento sanitário e manejo dos resíduos sólidos; espaços para a prática esportiva e para acesso a bens culturais e artísticos; e, equipamentos e laboratórios de ciências. Foi considerada ainda a acessibilidade às pessoas com deficiência.