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A dupla face do Estado de Exceção: A suspensão da lei e o banimento da política

Escrito por master.

Leihttp://www.carosamigos.com.br/ Por Emiliano José e Ariadne Barreto

Friedrich Von Hayek, precursor do neoliberalismo, particular maneira de o capitalismo enfrentar crises na contemporaneidade, pretendia defrontar-se teoricamente com o keynesianismo. Munido do arsenal teórico de Keynes, o capitalismo enfrentou suas crises desde 1929. Isso resultou na chamada Era de Ouro, com seu modelo do Estado de Bem-Estar, cuja presença ganhou consistência na Europa pós Segunda Guerra Mundial.

Hayek foi autor de livro famoso – The Road to Serfdom. Obra mais polêmica dele, “O caminho da servidão” serviu como arma de combate ao Partido Trabalhista Inglês, escrito às vésperas das eleições de 1945, vencidas pelos trabalhistas. Um libelo contra o socialismo, acolhido com êxtase nos EUA, publicado em capítulos pela Reader`s Digest. A Europa o recebeu friamente. Era mais keynesiana, malgrado Roosevelt e seu New Deal nos EUA, ancorado no economista britânico.

'Grandes grupos econômicos estão ditando a formação de crianças e jovens brasileiros'

Escrito por master.

ReitorRoberto Leher, novo reitor da UFRJ, aponta os impactos da lógica mercantilizada sobre a educação pública e como grupos financeiros tentam dominá-la.

Luiz Felipe Abulquerque - Brasil de Fato / www.cartarmaior.com.br

Um grande negócio. É assim que o novo reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher, enxerga o novo momento da educação brasileira.
Em entrevista ao Brasil de Fato, o professor titular da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRJ traça um panorama do atual estágio da educação no Brasil, e as conclusões não são nada animadoras.
Para Leher, os recentes processos de fusões entre grandes grupos educacionais, como Kroton e Anhanguera, e a criação de movimentos como o Todos pela Educação representam a síntese deste processo.

Essenciais nas escolas, professores são profissionais de segunda classe

Escrito por master.

Professor 3Baixos salários, longas jornadas e condições de trabalho inadequadas tornam o magistério cada vez menos atrativo; gestores temem colapso em escolas que já padecem da falta desses trabalhadores

por Cida de Oliveira e Sarah Fernandes, da RBA | publicado 27/01/2014

São Paulo – Das 20 metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) que tramita no Congresso Nacional há quatro anos, a que equipara o rendimento dos professores ao de outras categorias com escolaridade equivalente é a que terá maior impacto na melhoria do ensino público brasileiro.

Cronologia das intervenções militares norte-americanas

Escrito por master.

http://port.pravda.ru/

EUA

Século XIX (19)

1846 – 1848 – México – Por causa da anexação, pelos EUA, da República do Texas
1890 - Argentina - Tropas americanas desembarcam em Buenos Aires para defender interesses econômicos americanos.
1891 - Chile - Fuzileiros Navais esmagam forças rebeldes nacionalistas.
1891 - Haiti - Tropas americanas debelam a revolta de operários negros na ilha de Navassa, reclamada pelos EUA.

1893 - Hawaí - Marinha enviada para suprimir o reinado independente e anexar o Hawaí aos EUA.
1894 - Nicarágua - Tropas ocupam Bluefields, cidade do mar do Caribe, durante um mês.
1894 - 1895 - China - Marinha, Exército e Fuzileiros desembarcam no país durante a guerra sino-japonesa.

Quem derrotou o Japão foi Stálin

Escrito por master.

Bombahttp://port.pravda.ru/ Ward Wilson, Foreign Policy

Japão não foi derrotado por uma bomba, nem por duas bombas, nem pelos EUA: Quem derrotou o Japão foi Stálin

Será que 70 anos de política nuclear norte-americana são baseados numa mentira?

O emprego de bombas atômicas pelos EUA contra o Japão na 2ª Guerra Mundial há muito tempo é objeto de discussão apaixonada. De início, alguns questionaram a decisão do presidente Truman, de despejar duas bombas atômicas sobre Hiroxima e Nagasaki. Mas em 1965, o historiador Gar Alperovitz argumentou que, por mais que as bombas tenham apressado o fim da guerra, os líderes japoneses já havia decidido render-se com bomba ou sem, e provavelmente o teriam feito antes da invasão norte-americana planejada para 1º de novembro. A bomba portanto não foi fator decisivo e pode ter sido desnecessária. Obviamente, se as bombas não fossem necessárias para vencer a guerra, não há como 'salvar' a ideia dos ataques atômicos contra Hiroxima e Nagasaki. Nos 48 anos seguintes, muitos outros embarcaram na discussão: alguns ecoando o argumento de Alperovitz e denunciando os bombardeios; outros a repetir apaixonadamente que os bombardeios teriam sido morais e necessários, e "salvaram vidas".