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As forças progressistas precisam cruzar o Rubicão

Escrito por master.

Rubicãopor Aldo Fornazieri
http://jornalggn.com.br/

"Aceitemos isso como um sinal dos deuses e sigamos até onde eles acenam, vingando-nos de nossos inimigos hipócritas. A sorte está lançada" (Júlio César)

Quando Júlio César decidiu atravessar o rio Rubicão com suas legiões - algo que era proibido a qualquer general por lei do Senado - a República romana, a rigor, já vivia seus estertores. Ela vinha morrendo desde as derrotas e o assassinato dos irmãos Graco, das guerras civis entre Sila (aristocracia) e Mário (partido do povo) e com a anulação da lei da reforma agrária. Roma era dominada pela aristocracia, que havia transformado a República num simulacro. Já não havia equilíbrio entre o povo e os nobres e o poder estava concentrado no Senado.

Como casamento 'sem noivo' e princesa incomum mudaram os rumos do Brasil

Escrito por master.

CasamentoLuis Fernando Ramos
De Viena para a BBC Brasil
http://www.bbc.com/

Foi um casamento sem a presença do noivo, mas que mudaria os rumos de uma nação.
Há exatos 200 anos, no dia 13 de maio de 1817, a princesa Maria Leopoldina da Áustria entrou na Igreja Augustina, em Viena, para se casar com Dom Pedro 1º. Uma união selada por procuração - prática comum nas uniões entre monarquias europeias.
Isso porque o príncipe herdeiro de Portugal se encontrava no Brasil com sua família desde 1808.
A festa foi marcada por pompa e luxo. O pai da noiva, o imperador Francisco 1º, não queria ficar atrás da demonstração de riqueza feita pelo representante da corte portuguesa, o Marquês de Marialva.
Ocasiões como essa também serviam como representação de poder para a população local. Durante muito tempo, o termo "casamento brasileiro" foi sinônimo de luxo e riqueza na capital austríaca.

Löwy: História, razões e ética do Ecossocialismo

Escrito por master.

MLPor que reorganizar a produção e o consumo, em bases não-mercantis. As divergências em relação ao “capitalismo verde” e ao “socialismo” burocrático. A luta para superar o sistema não precisa esperar pela conquista do poder. Marx, um produtivista?

Por Michel Lowy, em entrevista a Miguel Fuentes | Tradução: Inês Castilho | Imagem: Marc Chagall
http://outraspalavras.net/

O sociólogo e filósofo Michael Lowy, uma das referências mais importantes do pensamento anticapitalista, concedeu há poucos dias entrevista sobre o perigo crescente da crise ecológica e sua importância como problema estratégico central para o marxismo.

Refletindo sobre uma série de questões tais como as mudanças climáticas, o ecossocialismo e os desafios do movimento revolucionário durante as próximas décadas, as ideias deste intelectual constituem um claro chamado de advertência. Segundo ele, dependerá da capacidade que tenham as organizações de esquerda para integrar esses debates em seus seus respectivos eixos estratégicos, a possibilidade (ou não) de enfrentar o último desafio programático da revolução socialista: o perigo do colapso da civilização e da extinção humana, ou melhor, nas palavras de Lowy… a ameaça de um ecossuicídio planetário.

Justiça Escolar

Escrito por master.

Futuro está na escolaEsperamos que as escolas formem nossas crianças na disciplina da diversidade que as habilitará ao tratamento do conflito

Christian Ingo Lenz Dunker
http://brasileiros.com.br/

A greve de 28 de abril, contra as reformas ora em curso no Brasil, envolveu boa parte da população em diversos estados do Brasil, com participação popular semelhante à que verificamos nas manifestações que culminaram no afastamento de Dilma Rousseff. Se isso foi necessário para o afastamento de uma, porque não seria para o afastamento de outro? Escândalos de corrupção envolvendo ministros de Temer, impopularidade no mesmo patamar, idêntica insatisfação social com os rumos do País e como gerente geral os resultados econômicos são de mesmo quilate. Ademais se poderia dizer que uma foi eleita, o outro não. Contra isso uma mente mais imparcial diria: “é, mas ela foi uma condição crônica e dolorosa, ao passo que ele ainda é um golpe agudo e pungente”. No frigir dos ovos, empate.

DIA DAS MÃES - Serão Felizes as Mães?

Escrito por master.

MãesO dia das mães representa um momento chave da sociedade do espetáculo centrado na imagem das mercadorias. Mães felizes ganhando perfumes, chocolates, alimentos, cosméticos. Como se o presente fosse o único sentido objetivo de materialização do afeto condicionado pelo dinheiro

por: Roberta Traspadini
diplomatique.org.br/

Dia das mães para quem?

A característica da sociedade em que vivemos é a de transformar tudo em mercadoria: desejos, sonhos, força de trabalho, tempo, cotidianidade. Para o dia, mercadoria, das mães, não é diferente. Propagandeia-se a ideia de mães, mulheres, belas, eternamente jovens em busca cotidiana de produções que freiem o efeito do tempo e do espaço sobre seus corpos-mentes.

Aquilo que o capital destrói – o corpo, os desejos, os sonhos –, ele retoma como possibilidade de venda na reconstrução artificial da aparência. Que contradição, mal-dita! O capital esmaga, esgota, explora e oprime a força de trabalho feminina e depois vende a ideia de melhoria da aparência ocultadora de diversas violências.