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Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Escrito por master.

Monsantohttp://port.pravda.ru/
A história da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência.
1. Sacarina. John Francisco Queeny fundou a "Monsanto Chemical Works", com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.
2. PCBs. Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

Pokémon e o sequestro do desejo

Escrito por master.

PokemonNovo jogo escancara: na vida urbana mediada pelo celular, as corporações definem o que nos falta — e nos vendem a reconfortante ilusão de que decidimos

Por Alfie Bown, na Roar  | Tradução: Inês Castilho // http://outraspalavras.net/

Este artigo tem um título clickbaity mas aponta uma questão simples e preocupante. Em 2010, o Google lançou aquilo que é hoje uma subsidiária muito importante, a Niantic Inc. A mega-empresa lança muitas filiais por ano e adquire outras, não há nada de especial nisso. A questão é: o caso da Niantic mostra que há mais do que desejo de poder econômico nesta expansão.

Isolamento e falta de recursos mantém Norte do País na rabeira da Educação

Escrito por master.

NorteComo todo o Brasil, região avançou nos últimos 20 anos, mas ainda continua muito atrás em relação aos centros melhor avaliados

por Júlia Rabahie, da RBA

publicado 11/08/2013

São Paulo – As grandes distâncias, o isolamento de muitas regiões, a falta de investimentos em estruturas adequadas, além de programas que preparem os professores para a realidade das comunidades amazônicas, são fatores que fazem da região Norte do país a mais atrasada na educação escolar. Essa é a avaliação de especialistas ouvidos pela RBA a partir dos dados do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), divulgado no último dia 29 pelo escritório da Organização das Nações Unidas em Brasília.

UMA REGIÃO HETEROGÊNEA - Um panorama da educação na América do Sul

Escrito por master.

América do SulVARIAÇÃO DOS DOIS INDICADORES EDUCACIONAIS CONSIDERADOS NOS PAÍSES SUL-AMERICANOS ENTRE 1980 E 2010

O critério para avaliar o padrão escolar de um país ou região é necessariamente comparativo: como é o presente em relação ao passado e como é sua situação em relação aos demais países ou regiões. Com essa perspectiva, vamos ver como está a América do Sul

por Otaviano Helene - http://www.diplomatique.org.br/

A educação é um fator que revela, além de muitos outros aspectos, o nível de desenvolvimento social e cultural de um país ou região, bem como sua possibilidade de produção econômica. Em outras palavras, não há nenhum caso de país que possa ser considerado socialmente desenvolvido sem ter um bom padrão educacional.

ENSINO SUPERIOR - Em fusão, Kroton e Estácio tendem a ampliar educação a distância, demitir e elevar lucros

Escrito por master.

Ensino SuperiorProfessores temem que fusão das gigantes eleve preço das mensalidades, traga mais desvalorização profissional e reduza investimentos no ensino presencial e qualidade já inferior no setor.

por Cida de Oliveira, da RBA
http://www.redebrasilatual.com.br/

São Paulo – A compra da Estácio pela Kroton, que tem de ser aceita pelos acionistas de ambos os conglomerados antes de ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), vai unir as duas concorrentes numa negociação estimada em R$ 5,5 bilhões. Separadamente, as gigantes da educação privada já registram lucros crescentes. Juntas, tendem a elevar ainda mais os ganhos com a concentração e domínio do setor. Trabalhadores e alunos, porém, devem somar prejuízos.