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Excesso de tecnologia na medicina prolonga sofrimento e desumaniza morte, diz escritora

Escrito por master.

VelhiceSam Mowe | The Sun Magazine | São Francisco

http://operamundi.uol.com.br/

Katy Butler, jornalista e ativista norte-americana, comenta como mortes dos pais a fizeram repensar atuação da medicina moderna no fim da vida: "perdemos a distinção entre salvar uma vida e prolongar uma morte".

Em 2001, o pai da jornalista Katy Butler sofreu um derrame, aos 79 anos. Um ano mais tarde, médicos e a família decidiram lhe implantar um marca-passo para manter seu coração funcionando, embora o aparelho não contribuísse com o tratamento de sua crescente demência. Em 2007, a mãe de Butler, exausta pelos cuidados com o marido e angustiada com seu sofrimento, pediu à filha que a ajudasse a desligar o marca-passo. Butler concordou e começou uma pesquisa sobre como a medicina moderna mudou a forma como lidamos com o fim da vida.

Racismo e Capitalismo - A Escravidão como base fundamental do Capitalismo

Escrito por master.

EscravidãoEduardo Pinho // http://esquerdadiario.com.br/

Por que não estudamos a história do Haiti? A importância de se estudar a história haitiana é nada mais que a importância de se resgatar nossa própria história, que sofre da alienação por um propósito bem específico, que é de retirar o conhecimento de nossas próprias forças.

“Eu não sou um homem e um irmão?”
“Eu não sou uma mulher e uma irmã?”

Campanha abolicionista britânica do final do século XVIII e início século XIX.

Gostaria de começar meu texto com um questionamento ao leitor: Por que não estudamos a história do Haiti? Ao leitor desavisado, fruto da educação nas escolas que enaltece a história “oficial” branca e das classes dominantes – que ainda hoje vigora mais do que nunca com o “Escola Sem Partido” - a minúscula porção de terra que faz divisa com a República Dominicana na América Central passa despercebia aos seus olhos, até mesmo dos que se interessam pela história do povo negro e das populações africanas.

Em busca da Internet perdida

Escrito por master.

TBLTim Berners-Lee, o criador da web, quer uma rede livre das megaempresas que controlam, capturam e vendem nossos dados vitais. Conheça o Solid, seu projeto de decentralização e autonomia radicais

Por David Weinberger*, no Digital Trends | Tradução: Gabriela Leite / http://outraspalavras.net/

Quando a World Wide Web decolou pela primeira vez, na metade dos anos 90, o sonho não era apenas grande, era distribuidor: todas as pessoas teriam sua própria homepage, todos iriam publicar seus pensamentos — isso não era chamado de “blog” até 1999 — e iriam ter posse de seus próprios dados, afinal ninguém estava oferecendo possuí-los por nós. A web consistia em nós, unidos por links, sem qualquer centro.

Alemanha torna gratuitas todas as universidades do país

Escrito por master.

Alemanhahttp://www.virandogringa.com.br/
Isso aí: toda as faculdades públicas dentro de território alemão são agora de graça. Não tem tuition fee.
 
Lembrando sempre que:
– ainda existem universidades particulares na Alemanha
 
– alunos sempre pagam taxas de administração, que podem variar de 150 a 300 euros por semestre. Mas é só.
Políticos alemães dizem que é injusto cobrar os jovens pela sua formação, afinal eles estão no começo da vida! E eles fazem isso para alfinetar Inglaterra e Estados Unidos, já que esses dois países criticam os alemães, mas cobram caríssimo por suas universidades.
 
Há menos de um ano que o “vizinho”, governo Britânico percebeu que a escalada da taxas escolares não chegaram a nada além de endividar os estudantes, a Alemanha já tinha decidido abolir as taxas de estudo de uma vez por todas, para todas as suas universidades. (Fonte)

A teoria inimiga e sabotadora da integração

Escrito por master.

EntreguismoCom o apoio irrestrito da imprensa hegemônica e cartelizada, a direita brasileira tenta impor agora o imaginário coletivo de uma crise no Mercosul.

Aram Aharonian // www.cartamaior.com.br

O governo golpista brasileiro, ainda sendo interino, tomou cores de ditadura no que diz respeito a aplicar a teoria dos fatos consumados e da intervenção nos assuntos internos dos demais países, com a intenção manifesta de ser um “sub império” regional, a serviço de Washington e dos interesses das grandes corporações multinacionais.

Com o apoio irrestrito da imprensa hegemônica e cartelizada regional e global, do governo strossnista paraguaio e da bipolar chancelaria argentina, a direita brasileira tenta impor agora o imaginário coletivo de uma crise no Mercosul, supostamente provocada pelo governo constitucional venezuelano, como forma de invisibilizar o principal problema da região, o novo golpe de estado no Brasil.