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Reforma de Temer legaliza o “apartheid educacional” no Brasil. Por Gaudêncio Frigotto*

Escrito por master.

Ensino MédioPOR 

http://www.tijolaco.com.br/

A reforma de ensino médio proposta pelo bloco de poder que tomou o Estado brasileiro por um processo golpista, jurídico, parlamentar e midiático, liquida a dura conquista do ensino médio como educação básica universal para a grande maioria de jovens e adultos, cerca de 85% dos que frequentam a escola pública. Uma agressão frontal à constituição de 1988 e a Lei de Diretrizes da Educação Nacional que garantem a universalidade do ensino médio como etapa final de educação básica.

Os proponentes da reforma, especialistas analfabetos sociais e doutores em prepotência, autoritarismo e segregação social, são por sua estreiteza de pensamento e por condição de classe, incapazes de entender o que significa educação básica. E o que é pior, se entende não a querem para todos.

Com cortes, educação municipal terá perdas de R$ 58 bi na próxima década, diz Undime

Escrito por master.

UndimePelas estimativas de dirigentes de educação, valor será triplicado nos 20 anos em que vigorar a suspensão das vinculações obrigatórias da União e o congelamento de investimentos, se a PEC 241 seja aprovada


por Cida de Oliveira, da RBA // http://www.redebrasilatual.com.br/


São Paulo – A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) estima em R$ 58 bilhões as perdas de recursos para a manutenção do ensino nas redes públicas das cidades ao longo de dez anos, caso a PEC 241 seja aprovada. Para os 20 anos de congelamento dos investimentos previstos no texto em tramitação no Congresso, os prejuízos deverão triplicados.

Um punhado de otários consumistas

Escrito por master.

OtáriosO sistema funciona porque adotamos, docilmente, comportamentos consumistas obsessivos, em vez de fazer música, pintar, cantar com um grupo de amigos, jogar futebol ou nadar numa piscina com as crianças


por Ladislau Dowbor* // http://www.redebrasilatual.com.br/


Eu costumava jogar futebol bem, e ia com meu pai ver o Corinthians jogar no estádio do Pacaembu, em São Paulo. Mas, principalmente, brincávamos entre nós, onde e quando podíamos, com bolas improvisadas ou reais. Isso não é nostalgia dos bons tempos, mas um sentimento confuso de que quando o esporte foi reduzido a ver grandes caras fazendo grandes coisas na TV, enquanto a gente mastiga alguma coisa e bebe uma cerveja, não é o esporte, mas a cultura no seu sentido mais amplo, que se transformou numa questão de produção e consumo. Não em alguma coisa que nós próprios criamos.

Habermas e o papel da filosofia no marxismo

Escrito por master.

CriseHabermas sustenta que o desenvolvimento histórico, mesmo como um processo interno ao capitalismo, promoveu uma alteração que conviria atualizar o marxismo

 Ricardo Musse - Blog da Boitempo // http://cartamaior.com.br/

Para a reconstrução do materialismo histórico(1976), o mais recente lançamento da coleção Habermas, reúne artigos publicados na primeira metade da década de 1970.1 Em sua heterogeneidade conceitual e temática torna visível, de certo modo, as trilhas, desvios, atalhos e ladeiras que conduziram a uma inflexão em sua obra, geralmente descrita como a passagem do “primeiro” para o “segundo” Habermas.

O argumento ontológico abdutivo de Dallagnol

Escrito por master.

ConvicçõesOu da falácia do uso da conclusão como premissa

Gilberto Miranda Junior

https://krinos.com.br/

O termo “ontológico” atribuído ao argumento sobre a existência de Deus foi cunhado por Kant, que entendia ontologia como uma filosofia transcendental à priori, ou seja, aquela que dispensa a experiência sensível ou empírica para definir o próprio saber. Anselmo de Canterbury (santo católico que viveu entre 1033 a 1109) possui o argumento ontológico mais famoso, estudado e comentado ao longo dos tempos. Anselmo parte da premissa (mesmo que não fique tão evidente em seu texto original apresentado nos capítulos II e III de seu “Proslogium”, escrito em 1078) de que a existência é superior a inexistência. Desse ponto, segundo sua definição de Deus (como o SER mais perfeito e superior do universo), conclui que Ele tem, necessariamente (uma necessidade lógica), de existir. Uma lógica impecável, obviamente: se seres existentes são superiores a seres inexistentes, e se Deus é o ser superior a todos, logo ele necessariamente tem de existir. Não aceitar essa conclusão é incorrer em contradição.