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Justiça Escolar

Escrito por master.

Futuro está na escolaEsperamos que as escolas formem nossas crianças na disciplina da diversidade que as habilitará ao tratamento do conflito

Christian Ingo Lenz Dunker
http://brasileiros.com.br/

A greve de 28 de abril, contra as reformas ora em curso no Brasil, envolveu boa parte da população em diversos estados do Brasil, com participação popular semelhante à que verificamos nas manifestações que culminaram no afastamento de Dilma Rousseff. Se isso foi necessário para o afastamento de uma, porque não seria para o afastamento de outro? Escândalos de corrupção envolvendo ministros de Temer, impopularidade no mesmo patamar, idêntica insatisfação social com os rumos do País e como gerente geral os resultados econômicos são de mesmo quilate. Ademais se poderia dizer que uma foi eleita, o outro não. Contra isso uma mente mais imparcial diria: “é, mas ela foi uma condição crônica e dolorosa, ao passo que ele ainda é um golpe agudo e pungente”. No frigir dos ovos, empate.

DIA DAS MÃES - Serão Felizes as Mães?

Escrito por master.

MãesO dia das mães representa um momento chave da sociedade do espetáculo centrado na imagem das mercadorias. Mães felizes ganhando perfumes, chocolates, alimentos, cosméticos. Como se o presente fosse o único sentido objetivo de materialização do afeto condicionado pelo dinheiro

por: Roberta Traspadini
diplomatique.org.br/

Dia das mães para quem?

A característica da sociedade em que vivemos é a de transformar tudo em mercadoria: desejos, sonhos, força de trabalho, tempo, cotidianidade. Para o dia, mercadoria, das mães, não é diferente. Propagandeia-se a ideia de mães, mulheres, belas, eternamente jovens em busca cotidiana de produções que freiem o efeito do tempo e do espaço sobre seus corpos-mentes.

Aquilo que o capital destrói – o corpo, os desejos, os sonhos –, ele retoma como possibilidade de venda na reconstrução artificial da aparência. Que contradição, mal-dita! O capital esmaga, esgota, explora e oprime a força de trabalho feminina e depois vende a ideia de melhoria da aparência ocultadora de diversas violências.

Elites brasileiras e o personagem Lula da Silva, por Ceci Juruá

Escrito por master.

ElitesElites brasileiras e o personagem Lula da Silva

(Francamente: oligarquias e plutocracias não são elites)

por Ceci Juruá
http://jornalggn.com.br/

Elites são indivíduos ou grupos de pessoas simbolizando o que há de melhor em determinado segmento social. Assim, na atualidade temos uma elite em matéria musical, representada tanto por Chico Buarque, Maria Betânia, quanto por Egberto Gismonti e Hamilton de Holanda. E por muitíssimos, centenas ou milhares de compositores e intérpretes reconhecidos e amados no plano nacional e internacional.

Nos anos 1950 o Brasil dispunha de uma plêiade de homens ilustres no campo das ciências exatas e sociais. Todos com reconhecimento mundial. São exemplos Celso Furtado, Darcy Ribeiro, José Leite Lopes, Josué de Castro, Milton Santos, Nelson Werneck de Castro, Moniz Bandeira e outras dezenas de intelectuais, autores de obras clássicas e de alta qualidade que enriqueceram a cultura nacional.

Trabalhar seis horas, desejo impossível?

Escrito por master.

Seis horasSob a lógica capitalista, todo avanço tecnológico produz desemprego e submissão. Um novo projeto emancipatório precisa exigir o contrário: redução substantiva da jornada, sem diminuição de salários

Por Esteban Mercatante, no Ideas de Izquierda | Tradução: Inês Castilho
http://outraspalavras.net/

Os avanços da robotização e da inteligência artificial, nos últimos anos, deram novo vigor à reflexão sobre o “fim do trabalho”. Quase toda semana surgem na mídia notícias sobre os milhões (ou mesmo dezenas de milhões) de empregos que desaparecerão nos pŕoximos anos como consequência desse avanço. Os fantasmas sobre o fim do trabalho vêm de antes – em 1995 saiu o livro de Jeremy Rifkin O fim do trabalho e já nos anos 80 o teórico crítico André Gorz apontou as mutações no mundo da produção que colocavam em crise o papel do trabalho. Mas agora, tornaram-se uma perspectiva mais próxima, ou ao menos assim parecia, dados os prognósticos mais alarmistas. No ano passado, o Fórum Econômico Mundial, que se reúne todos os janeiros em Davos, apresentou estimativas que projetam uma queda dramática da quantidade de assalariados em consequência da introdução de novas tecnologias. Todos esses estudos têm muito de alarmistas; como mostra Paula Bach neste dossiê, a ameaça da robotização mostra-se exagerada à luz das tendências atuais de acumulação de capital. Michel Husson expõe conclusões semelhantes em O grande “bluff” da robotização. Por outro lado, a crise mundial desencadeada pela queda do Lehman Brothers, que teve seus efeitos mais duradouros nas economias mais ricas da Europa e dos EUA, complicou ainda mais o panorama do emprego. Mesmo nos EUA, o país capitalista onde o emprego mais se recuperou mais desde a quebra de 2008, os empregos criados são principalmente nos setores de serviços e de comércio, mal remunerados.

Márcia Tiburi: A política do terror

Escrito por master.

Márcia TiburiPor Aray Nabuco, Lais Modelli e Nina Fideles
http://www.carosamigos.com.br/

As pessoas estão todas morrendo de medo, e quem morre de medo se despreocupa da de­mocracia, fica a mercê do seu inimigo.” Assim, Marcia Tiburi, gradua­da em filosofia e artes, e doutora em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, define nossos tempos.

A estratégia, executada pelo arranjo “mafioso” entre mídia, Judiciário, Legislativo e empresários, pela derrocada da pre­sidente afastada Dilma Rousseff, continua dan­do seus pequenos golpes diariamente e arrancan­do aplausos de uma po­pulação que, segundo ela, tem seus afetos e ações manipulados. Ao mesmo tempo em que a esquer­da, hoje muito mais plu­ral e ampla que nos tem­pos idos, não dispõe de muitas armas. Para Marcia, a luta por hegemonia é desmedida porque “a direi­ta chega e simplesmente decreta, implanta, e faz o jogo da política da terra arrasada”.