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Cenas insólitas - história sem filtro

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Como a mídia brasileira sustentou a escravidão

Escrito por master.

EscravaLivro revela, após vasta pesquisa: jornais, mais conservadores que o próprio Império, bloquearam lei abolicionista e atrasaram em duas décadas e fim do tráfico de africanos para o Brasil

Por José Tadeu Arantes, na Agência Fapesp

http://outraspalavras.net/ 

Em 7 de novembro de 1831, no primeiro ano do período regencial, a Assembleia Geral decretou e a Regência sancionou uma lei proibindo o tráfico de escravos africanos para o Brasil. A lei, bastante explícita em seu texto, declarava livres todos os escravos vindos de fora do Império e impunha penas bastante duras àqueles que os haviam importado. A interpretação corrente na historiografia é a de que essa lei, precedida por um tratado com a Inglaterra que impunha prazo final para o tráfico, foi feita “para inglês ver”, isto é, para acalmar a pressão externa e deixar internamente tudo na mesma.

A arte de morrer

Escrito por master.

Vida e morteCrônica em Varanasi, onde os hindus cremam e libertam seus mortos em rito festivo. É preciso catarse e luto para reabrir a vida — mas o Ocidente, insípido, não compreende

Por Maria Bitarello
http://outraspalavras.net/

Um dos momentos mais importantes em “Bacantes”, na montagem do Teatro Oficina a partir do texto de Eurípedes, é o estraçalhamento do corpo de Penteu. Um ato indissociável da entrega de Penteu a seu fim. De certa forma, é a consumação da tragédia, o ato em que o antagonista compreende e aceita seu papel. A cena é violenta e bela. Desse ritual de morte, todos são convidados a participar. Primeiro, do estraçalhamento, depois, do banquete onde Penteu será comido pelas bacantes, pelos tebanos, por todos nós; o momento da festa. Assim como todos ali presentes, Penteu percebe a situação em que se encontra, reconhece o inescapável – a morte, ali, pelas mãos delas – e abre os braços. Não resiste. Recebe. E morre.

Privacidade, mercadoria de luxo

Escrito por master.

PrivacidadeComo a coleta invasiva de dados pessoais, sob o Capitalismo de Vigilância, elimina direitos, impõe comportamentos e torna totalitário o poder das corporações. Só escapa o 1% que comanda a máquina

Por Rafael Evangelista

http://outraspalavras.net/

Causou pequeno furor na Internet, recentemente, a notícia de que o Nubank poderia interromper as suas atividades no Brasil. O Nubank é uma dessas fintech, empresas de finanças que utilizam de ferramentas de alta tecnologia, principalmente big data, para realizarem suas operações de crédito e que também oferecem uma “experiência tecnológica” a seus clientes, como fazerem tudo pelo celular. O motivo do fechamento seriam mudanças na regulação do mercado de cartão de crédito propostas pela equipe econômica do famigerado Michel Temer, em especial o encurtamento no prazo de pagamento a ser feito aos lojistas pela financiadora quando alguém compra usando o cartão. O Nubank, choraram seus executivos, não teria caixa para antecipar pagamentos e não poderia manter práticas que o diferenciam de seus concorrentes, como a isenção de cobrança de anuidades. Por isso também a grita dos clientes.

Em tempos sombrios, a verdade torna-se apenas um detalhe

Escrito por master.

Tempos sombrios 1por Rosana Pinheiro Machado*

http://www.cartacapital.com.br/

Foram-se as regras, a segurança do voto, os direitos garantidos. Entramos em um limbo histórico, descompasso do tempo

Nada mais perturbador do que o sentimento de perda dos parâmetros: de verdade, de justiça, de bom senso, de autoridade, de tempo e direção. Não há mais regra, ou segurança, de que o voto e os direitos sejam garantidos.

É um desmonte dos direitos e da segurança que traziam. É como se todas as peças do sistema estivessem frouxas. Hannah Arendt lembra-nos que as crises republicanas (o abalo da tradição, da verdade e da autoridade) deixam uma lacuna desconcertante entre o passado e o futuro. É limbo histórico, descompasso do tempo.

Crises econômicas tornam-se também políticas e morais. O colapso é multidimensional e ocorre em múltiplos níveis e contextos.

Perdemos alguns modelos de projeção. Os países que possuíam uma agenda mais consolidada de direitos humanos dão um passo atrás. As declarações do futuro presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em tempos de parâmetros de justiça razoáveis, seriam criminosas.

A estratégia de poder que o PT desprezou

Escrito por master.

Partido dos TrabalhadoresNonato Menezes

Brotou do chão da fábrica. Foi forjado no conflito capital/trabalho e enredou-se, também, pelas organizações sociais.

Acolheu em seus quadros a pluralidade brasileira. Foi se pintando com a cara e as cores do Brasil real. Agasalhou granfinos e descamisados, religiosos e descrentes, empresários e agricultores, estudantes e professores, domésticas e pescadores. Como numa rede, nenhuma “categoria”, em maior o menor número, deixou de fazer parte desse evento político promissor, que se infiltrou na vida social como o sangue corre em nossas veias.

Essa façanha coube ao Partido dos Trabalhadores que surgiu na década de 80, quando a ditadura ainda não estava congelada. Mesmo com prisões, patrulhamentos, inibições de todos os matizes foi possível sorver e criar algo na vida política brasileira, que até então não havia surgido no período republicano.