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Cenas insólitas - história sem filtro

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O que pode um voto nos tempos de sua desmoralização?

Escrito por master.

DonoMarcia Tiburi

http://revistacult.uol.com.br/

As eleições municipais estão aí. Votaremos novamente em poucos dias em pessoas que podem se tornar vereadoras e prefeitas e, ao ocupar esses cargos, decidirão sobre o destino dos cidadãos que habitam as cidades.

O golpe (midiático, legislativo, corporativo, judiciário) vivido há pouco pelos brasileiros, nos coloca a questão do voto de um modo absolutamente novo. Votar depois da Ditadura Militar foi algo bem diferente do que é votar hoje depois do golpe de 2016.
A pergunta que se coloca diz respeito ao significado do ato de votar para os cargos eletivos nesse momento, se mais de 100 milhões de votos foram desconsiderados há pouco tempo, na recente eleição de 2014, pelo processo do golpe.

A Universidade e a crise nacional

Escrito por master.

UniversidadeNeste momento de riscos e ameaças é fundamental que a universidade se posicione, como fez em outros momentos históricos importantes.

Andrea Caldas* // http://cartamaior.com.br/

A instabilidade política e econômica em curso no Brasil não é algo genérico. Ela se materializa em uma série de medidas restritivas e de perda de direitos em várias áreas.

Trata-se de uma investida coordenada de desmonte do legado da Carta Constitucional de 88, como marco civilizatório.

Entre o golpe e a palavra em suspenso

Escrito por master.

El ToroNunca foi tão verdadeira a sentença do poeta Torquato Neto: “Leve um homem e um boi ao matadouro. O que berrar primeiro é o homem, mesmo que seja o boi”

Por Rosemberg Cariry | http://outraspalavras.net/

Há momento em que o desânimo chega, e, diante de um mundo que se desfaz, a necrofilia triunfa como bandeira do grande mercado, e a ideologia da direita e do neoliberalismo triunfam ante a fraqueza e os erros dos homens de bem. De que valeram todas as lutas dos trabalhadores pelas significações do trabalho e da vida? De que valeram todas as lutas pela libertação da mulher? De que valeram todas as lutas contra as intolerâncias e os racismos? De que valeram os sangues derramados por todas as bandeiras da justiça, se o que hoje vemos é o triunfo do ódio, da ganância capitalista, da guerra, da violência e da morte? De que valeram os milhares de sacrificados se, por fim, triunfou a estupidez, a intolerância, o fundamentalismo, seja ele da Bolsa de Valores, do Grande Mercado, da Grande Imprensa, do Estado Islâmico ou das Igrejas Neopentecostais que pregam as novas cruzadas, as novas guerras religiosas, em nome de um Deus capitalista e insensível aos direitos humanos, à diversidade cultural e às liberdades básicas dos povos?

O Abuso de Deus

Escrito por master.

StairwayMárcia Tiburi

http://revistacult.uol.com.br/

Intolerância e Democracia religiosas no tempo das novas mistificações

Deus sempre foi usado por pessoas e instituições como uma espécie de verdade que tudo justifica. Barbaridades e maldades foram feitas em nome de Deus.
Violências físicas e simbólicas são até hoje realizadas pelas mais diversas pessoas e religiões em nome de Deus.

Reforma de Temer legaliza o “apartheid educacional” no Brasil. Por Gaudêncio Frigotto*

Escrito por master.

Ensino MédioPOR 

http://www.tijolaco.com.br/

A reforma de ensino médio proposta pelo bloco de poder que tomou o Estado brasileiro por um processo golpista, jurídico, parlamentar e midiático, liquida a dura conquista do ensino médio como educação básica universal para a grande maioria de jovens e adultos, cerca de 85% dos que frequentam a escola pública. Uma agressão frontal à constituição de 1988 e a Lei de Diretrizes da Educação Nacional que garantem a universalidade do ensino médio como etapa final de educação básica.

Os proponentes da reforma, especialistas analfabetos sociais e doutores em prepotência, autoritarismo e segregação social, são por sua estreiteza de pensamento e por condição de classe, incapazes de entender o que significa educação básica. E o que é pior, se entende não a querem para todos.